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Se o Google não te conhece então você não existe!

Você já parou para pensar na infinidade de sites que existem mundo a fora? Você encontra absolutamente tudo na internet, de produtos a dicas, informação, educação, serviços, enfim, o que não falta são opções. E é justamente por existir essa infinidade de opções que você precisa ter um grande aliado se deseja ser visto na internet: o poderoso Google.

Porque poderoso? Muito simples. Se o Google não te conhece (sua empresa/site) então você não existe no mundo virtual. Já refletiu sobre como um internauta chega até um endereço eletrônico? Mais que isso, já se deu conta de como você ou eu somos dependentes deste site de busca? Imagine só então como ele é capaz de direcionar ou não uma pesquisa sobre um determinado tema ou produto.

Quem leu o artigo até aqui deve estar se perguntando, mas afinal, como minha empresa pode aparecer no Google, o que devo fazer? O Google lançou recentemente o Google Meu Negócio, que é um site onde reúne em um único lugar, duas opções para ajudar o seu negócio a aparecer no site de busca.

A grande novidade é que ele centraliza dois serviços do Google que eram independentes um do outro. Agora, ao cadastrar sua empresa nessa plataforma, você já se registra de uma só vez nesses dois lugares. Os serviços gratuitos para aparecer no Google são: Google Places e Google +. Observe que esse serviço favorece principalmente micro e pequenas empresas que muitas vezes desejam, mas não tem verba para investir em divulgação e anúncios. A outra forma de aparecer no Google é através de anúncios pagos, Google Adwords ou Google Adwords Express.

É importante ressaltar que independente da forma que se faça é fundamental pesquisar e estudar as plataformas e se possível contratar a consultoria de um especialista em marketing digital que irá orientar e estruturar as ações de marketing e comunicação da sua empresa. O maior índice de decepção nesses casos é em função da falta de informação e conhecimento para escolher e aplicar de forma correta e adequada os investimentos.

Nos dias de hoje lembre-se que mais do que nunca é preciso ser visto para ser lembrado. Não basta ter um site bonito, bem estruturado, se as pessoas não chegam até ele. É como ter uma loja física maravilhosa no meio do deserto, quem vai visitar? 

Escrito para: SINDILOJAS BH – Sindicato do Comércio Lojista de Belo Horizonte

64% dos brasileiros compram online produtos que viram em lojas físicas

Estudo da Criteo mostra que 79% dos consumidores são omnishoppers e utilizam vários dispositivos, canais e plataformas para fazer compras

O estudo The Shopper Story 2017, da Criteo, empresa de tecnologia para commerce marketing, mostra que 79% dos consumidores brasileiros são omnishoppers e utilizam uma variedade de dispositivos, canais e plataformas para buscar, selecionar e comprar produtos.

Como método de seleção de produtos, a pesquisa identificou que a maioria dos brasileiros adota o showrooming – quandoo cliente tem o primeiro contato com o produto na loja física, mas compra online. Segundo a Criteo, 64% dos consumidores percorrem esse caminho ocasionalmente e 29% o fazem com frequência. No sentido contrário, 62% dos brasileiros aderem eventualmente ao webrooming, pesquisando pela Internet e comprando no varejo tradicional. Os que fazem isso regularmente somam 20%.

“Com a popularização dos smartphones, os consumidores passaram a ter liberdade para buscar informações sobre produtos e comprar online de qualquer lugar, inclusive de dentro da loja física do varejista. Dessa forma, a decisão de onde, quando e como comprar depende de diversos elementos, como comodidade, facilidade e, claro, preço. É por isso que uma estratégia de marketing bem sucedida precisa focar no cliente e não no canal de vendas ou dispositivo. As empresas que têm essa compreensão certamente saem na frente num mercado cada vez mais competitivo”, explica Alessander Firmino, diretor geral da Criteo para o Brasil e América Latina.

Segundo a Criteo, os omnishoppers gastam em média 7% a mais no ambiente online e 44% a mais no varejo tradicional do que os compradores que ainda não aderiram ao uso de múltiplos canais. Globalmente, mais de três quartos dos consumidores já estão engajados no omnichannel.

Smartphone no centro

O ambiente móvel é agora um ponto crítico para a decisão de compra.  O smartphone tem cada vez mais o papel de vitrine e ponto de venda para os brasileiros, e sites e apps móveis substituem gradualmente a televisão e outras formas de publicidade off-line como geradores de consciência de marca. 54% dos brasileiros afirmam já terem comprado no site do varejista utilizando o smartphone, enquanto estavam dentro da loja física desse mesmo varejista.

No Brasil, 68% dos consumidores que já tem um produto em mente iniciam a pesquisa em sites e não em mecanismos de busca. Entre aqueles que sabem exatamente o que querem, este índice é ainda maior: 73%. Mesmo os que não procuram por um produto específico tendem a começar a jornada desta forma, com 51% afirmando entrarem  primeiro no site do varejista.

Os consumidores são tão propensos a comprar por impulso no ambiente online como são nas lojas físicas. No Brasil, as categorias mais compradas pela Internet, nesses casos, são Vestuário (83%), Brinquedos & Games (78%), Beleza & Sáude (67%), Produtos para Casa (66%) e Eletrônicos (62%).

Em relação a abordagem, 56% dos omnishoppers brasileiros gostam de receber anúncios de retargeting, especialmente quando há a possibilidade de obter descontos maiores para os produtos que pretendem comprar. Já 29% gostam deste tipo de comunicação porque funcionam como um lembrete dos itens que estão considerando adquirir.

O estudo Shopper Story 2017 foi supervisionado por um pesquisador independente e conduzido usando o painel global da Research Now, com 10 mil consumidores de idades entre 16 e 65 anos nos EUA, Japão, Reino Unido, Alemanha, França e Brasil. Todos os participantes são consumidores multicanal que navegam online diariamente e possuem um smartphone.

Fonte: IDGNOW